Como melhorar a gestão da carteira de clientes na contabilidade

carteira de clientes na contabilidade
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Uma carteira de clientes saudável e em crescimento é um dos maiores bens de um serviço ou profissional de contabilidade, não é mesmo? Segundo dados do Conselho Federal de Contabilidade, a carreira na área está entre as que mais geraram empregos em 2018 (quase 17 mil postos abertos e preenchidos) e está com boas perspectivas para esse ano.

Além disso, são mais de 520 mil profissionais e 69 mil organizações contábeis registradas nos dados mais recentes do CFC, ou seja, há bastante trabalho para os contadores. Por isso, saber gerenciar a sua carteira de clientes é fundamental para o sucesso do escritório e o reconhecimento no mercado.

Uma gestão adequada dessa carteira traz inúmeros benefícios para o negócio, dentre os quais podemos destacar:

  • ter pleno conhecimento da necessidade e estágio de cada cliente;
  • não abandonar clientes antigos em detrimento dos novos;
  • definir e acompanhar indicadores de desempenho com mais facilidade;
  • ter maior clareza sobre como aumentar a carteira de clientes;
  • observar quais segmentos estão demandando mais serviços contábeis;
  • antecipar situações que podem deixar clientes inativos;
  • otimizar a rotina no escritório.

Mas, afinal, com uma carteira já em construção, como é possível fazer sua gestão de modo realmente eficiente? É isso que vamos abordar neste artigo, ressaltando dicas práticas para ter pleno domínio sobre a situação dos clientes. Confira!

1. Padronize o gerenciamento da carteira e classifique os clientes

Nesta etapa, é importante agrupar os clientes em status específicos, tais como: clientes ativos, inativos e eventuais. Pode-se ainda dividi-los por porte do cliente, necessidade, tipo de serviço prestado e data de entrada, entre outras classificações. É importante ter em mente qual padrão está em vigor para classificar a carteira de clientes.

2. Faça uma classificação ABC

Neste tipo de classificação, o gestor deve estar ciente do valor que cada cliente representa no peso da carteira. A curva ABC é um conceito que vem da administração de estoques e pode ser aplicada também à gestão de clientes. 

Basicamente, essa técnica consiste em classificar as informações de acordo com o maior valor, seguindo as classes A, B e C. Nesse caso, hierarquiza-se os valores do maior para o menor e identifica-se quais clientes são mais importantes para o faturamento e precisam de mais atenção.

3. Identifique a complexidade da demanda

Ao ter ciência de quais clientes pagam mais pelo serviço, é possível classificá-los quanto ao peso econômico. Para tornar essa análise mais completa, pode-se também cruzar os dados de acordo com a complexidade da demanda de cada cliente. 

Em sua essência, essa tarefa também é bastante simples: clientes com demandas mais complexas vão demandar mais tempo de trabalho para solucioná-las. Observe e mensure quantas horas e funcionários são aplicados a cada demanda e tenha dados úteis para gerir a carteira também por essa perspectiva.

4. Utilize softwares de gestão

A transformação digital também já chegou aos serviços contábeis. Um sistema voltado para escritórios de contabilidade realmente eficiente pode também atuar a favor da gestão da carteira de clientes. Vantagens trazidas pelo uso de um software incluem:

  • acompanhamento do tempo ocioso e produtivo;
  • supervisão de atividades;
  • cálculo do custo da hora por cliente;
  • emissão automática de relatórios completos.

Como vimos, é fundamental estudar, conhecer e aplicar métodos práticos para gerenciar os clientes. Além disso, está mais do que claro que a tecnologia será uma poderosa aliada na geração e acompanhamento desses dados.

Quer saber mais sobre como um bom software contábil pode revolucionar a gestão e produtividade de um escritório? Então entre em contato conosco e vamos conversar sobre essas vantagens!

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